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FOLHAMIE

 

 

Nº3-Quadrimestre 2002
FOLHA INFORMATIVA QUADRIMESTRAL DA RIHMIE
-REDE DE INVESTIGADORES EM  HISTÓRIA E
MUSEOLOGIA DA INFÂNCIA E EDUCAÇÃO

 

EDITORIAL

Temos motivos para estar satisfeitos: a tiragem em papel da FolhaMie duplicou a partir do 2º número (de 150 para 300 exemplares), traduzindo o aumento da quantidade de interessados na área de intervenção da Rede -o que se viu também no sucesso de participantes no Encontro de Riachos. Mas apesar disto, o esforço editorial e a ainda persistente falta de hábito dos aderentes em enviar informações para a Folha, determinam a necessidade de rever a periodicidade desta, que passará a ser quadrimestral. A ver vamos.

 

RELAÇÃO DE NÚCLEOS ADERENTES 
(Incluem-se alguns núcleos que, não tendo estado presentes nos Encontros, aderiram entretanto à Rede. Optou-se por manter a publicação actualizada desta relação em todos os números da Folha, para agilizar os contactos)

  • Clube do Património Local e Escolar/Núcleo Museológico
    Drs. Jorge Gabriel Henriques e António José da Silva
    Escola Secundária de Alcanena-Av. Marquês de Pombal-2380 Alcanena-Tel.: 965 094 337
    jghenriques@jorgegabriel.jazznet.pt

  • Grupo de Património Escolar
    Dr. Simões Rodrigues
    Direcção Regional de Educação do Centro-Rua General Humberto Delgado-nº319-3030-327 
    Coimbra-Tel.: 239 798 800

  • Museu Agrícola de Riachos
    Prof.Dr. Luis Mota
    Rua Dr.José Marques-nº14-2350 
    Riachos-Tel.: 249 820 499

  • Museu Bibliográfico, Pedagógico e Artístico João de Deus
    Dr. Ponces de Carvalho
    Av.Pedro Álvares Cabral-nº69
    1250-017 Lisboa
    Tel.: 21 396 08 54

    museu@joaodeus.com

    http://www.joaodeus.com
     

  • Museu do Brinquedo
    Engº João Arbués Moreira
    Rua Visconde de Monserrate
    2710-591 Sintra-Tel.: 219 106 016 - 
    m-brinquedo@museu-do-brinquedo.pt
     
    www.museu-do-brinquedo.pt/
     

  • Museu e Arquivo Histórico da Esc.Sec. Camões-Lisboa
    Dr. José Luís Vasconcelos

    Esc.Sec. Camões

    Praça José Fontana-Lisboa

  • Museu da Escola/Património Comunitário-Brinches/Serpa
    Dra. Luísa Janeirinho
    luisa.janeirinho@clix.pt
     

  • Museu Escolar dos Marrazes
    Prof.s Fátima Salgueiro e MªSantos
    Largo da Feira dos 18-Marrazes
    2400-380 Leiria
    Tel.: 244812701
    museuescolar@museuescolar.pt

  • Museu Escolar Oliveira Lopes-Válega/ Ovar
    -Prof.Joaquim de Almeida e Pinho
    Rua Irmãos Oliveira Lopes 3880 Válega-
    Tel.: 256 503 606

    rdd71062@mail.telepac.pt
     
    http://www.terravista.pt/Guincho/8492/index.htm
     

  • Núcleo Museológico Jacome Raton/Tomar
    Engº António Manuel Ferreira e Dra. Mª Carmo Sobral
    Esc.Sec.Jácome Ratton
    Av. D.Maria II
    2300 Tomar

  • Núcleo Museológico Seomara da C. Primo
    Dras. Guida Carvalho e Mª José Capelão - 
    Escola Secund. Seomara da Costa Primo-Av. Elias Garcia-2700
     Amadora-Tel.: 214 985 990 
    info@esec-seomara-costa-primo.rcts.pt
     
    http://www.terravista.pt/enseada/5400
     

  • Projecto Memórias da Escola-Caldas da Raínha Dr. Nicolau Borges
    Associação Património Histórico - Grupo de Estudos das Caldas da Rainha, 
    Apartado 105-2500 Caldas da Rainha
    nicolau.borges@netvisão.pt
     

  • Projecto Museológico sobre Educação e Infância
    Dr. Luis Vidigal
    Escola Superior de Educação de Santarém
    Complexo Andaluz-Ap. 279-2002 Santarém-Tel.: 919 313 064 
    luisvidigal@mail.telepac.pt
         
    http://www.eses.pt/projectos/museologico.htm 

  • Projecto Museu Vivo da Escola Primária
    Prof. Dr. Rogério Fernandes e Dra. Margarida Felgueiras
    Fac. Psic. e Ciências da Educ.
    R.Campo Alegre-1055-4000 Porto 
     margalf@hotmail.com

  • Projecto «A Memória dos Mestres/Museu Escolar»-Cartaxo
    Prof. Mário Júlio Reis
    Escola Básica nº1-2070 Cartaxo
    Tel.: 243 704 260

  • Projecto «Memória da Vivência do Quotidiano de Alpiarça»
    Pedro Branco, Margarida Carreira
    Sociedade Recreativa 1º de Dezembro-Rua dos Bombeiros e da Música
    2090 Alpiarça
    pedro.branco@clix.pt

  • Projecto de Museu Escolar de Casa Branca-Montemor-o-Novo
    Dra. Catarina Oliveira
    Departamento do Património Cultural-Câmara Municipal de Montemor-o-Novo-Largo dos Paços do Concelho 
    7050 Montemor-o-Novo 
    c.oliveira@eurowrite.edu
     

  • Projecto de Museu Escolar Herculano
    Azóia de Baixo-Santarém
    Manuela Henriques e Prof. Joaquim Reis Silva
    Escola Superior de Educação de Santarém
    Complexo Andaluz-Ap. 
    279-2002 Santarém-Tel.: 919 313 064

  • Projecto de Museu Escolar de Pinheiro Grande-Chamusca
    Prof. Amílcar dos Santos

  • Projecto de Museu Escolar da Salgueirinha-Coruche
    Prof.s Rosa Amaral e Hermínia Caeiro
    Escola Básica nº1-Rua de Almeirim-2100 Coruche
    Tel.: 243 619 170

  • Projecto de «Reservados» do CDI da ESE de Lxa.
    Prof. Moreirinhas Pinheiro
    Esc. Superior de Educação de Lxa.
    Av. Carolina Michaelis de Vasconcelos-1500 Lisboa
    Tel.: 217 141 920

àPara além destes núcleos aderentes, são igualmente membros da Rede vários Investigadores como 

4 Portugal:

Álvaro Oliveira Gomes-Ovar
Amílcar dos Santos-Chamusca
Ana Cristina Serrão-V.Conde
Ana Isabel Fernandes-P.da Serra
Ana Mª Parracho Brito-Vª Leiria
António Cristiano Cerol-Lagos

António Gomes Ferreira-Coimbra

António José da Silva-T. Novas
António Manuel Ferreira-Tomar

António Ponces de Carvalho-Lxa.

António Simões Rodrigues-Coim.
António Ventura-Coimbra
Carla Rosa-Santarém
Carolina Lemos-Coimbra
Catarina Oliveira-Montemor-o-Nº
Catarina Sofia Agostinho-Alpiarça
Cláudia Gouveia-Coimbra
Esmeralda Santos-Porto
Guida Carvalho-Amadora

Hermínia Caeiro-Coruche
Isabel Cristina Conceição-Porto
Isilda Silva-Porto

João Arbués Moreira- Sintra
João Pedro Costa-Pamp. da Serra

João da Silva Amado-Coimbra

Joaquim de Almeida e Pinho-Ovar
Joaquim Reis Silva-Santarém
Jorge Gabriel Henriques-Alcanena
José E. Moreirinhas Pinheiro-Lxa.
José Luís Vasconcelos-Lxa.
José M.Basto Soares-Santarém
José Sousa Gomes-Ourém
Leonor Sousa-Porto
Luís Alberto Marques Alves-Porto
Luis Mota-Riachos/T.Novas
Luis Vidigal-Santarém
Luísa Janeirinho-Serpa
Manuela Hasse-Lxa.
Manuela Henriques-Santarém
Margarida Carreira-Alpiarça
Margarida Louro Felgueiras-Porto

Mª Adelaide Lopes-Lxa.
Mª Cândida Cerol-Lagos
Mª Carmo Sobral-Tomar
Mª Céu Garcia Silva-Coimbra
Mª Conceição Marques-Ovar
Mª Fátima Machado-Lxa.
Mª Fátima Meneses-Lxa.

Mª Fátima Salgueiro-Mar./Leiria
Mª João Dimas-CoimbraMª João Mogarro-Portalegre

Mª José Capelão-Amadora
Mª Leonor Carvalho-Porto
Mª Lisete Almeida-Porto
Mª Santos Paixão- Marrazes/Leiria
Mª Teresa Fernandes-Porto
Marina Moraes-Santarém

Mário Júlio Reis-Cartaxo
Mário Nunes-Coimbra
Marjok Krom-Montemor-o-Novo
Natália Mª Pinho-Ovar

Nicolau Borges-Caldas Raínha
Nuno António Prates-Alpiarça

Pedro Branco-Alpiarça
Raquel Lourenço-Santarém
Ricardo Jorge Raposo-Coruche
Rita Gomes-Santarém
Rogério Fernandes-Lxa.
Raquel Lourenço-Santarém
Rita Gomes-Santarém
Rosa Mª Amaral-Coruche
Sofia Isabel Carreira-Marr./Leiria


Margarita Valcarce-Ourense/Esp.

4 Brasil:
Ana Maria Casassanta Peixoto
Ariclê Vechia
Mª Ângela Miorim
Moysés Kulhman

Vera Lúcia Gaspar da Silva

 

 

AGENDA

BREVES:
A UNESCO E O PATRIMÓ-NIO ORAL MUNDIAL
- A 15 de Novembro de 1989, foi adoptada pela 25ª Conferência Geral da Unesco, realizada em Paris, a RECOMENDAÇÃO PARA A SALVAGUARDA DA CUL-TURA E FOLCLORE TRADICIONAIS. Posterior-mente, em 1996, a Unesco lançou o programa Living Human Tre­asures, para promover os pos­suidores de capacidades cultu­rais tradicionais. Finalmente, na 155ª sessão do Conselho Exe­cu­tivo da Unesco, em Novembro de 1998, o Director-Geral foi im-cumbido de por em prática o projecto «Obras-primas do Pa­trimónio Oral e Intangível da Humanidade», destinado à pre­servação e revitalização de espa­ços ou formas de expressão cul­turais do património oral e in­tangível da humanidade, abran­gendo a arte dos contadores de histórias. Eis sintetizada a evo­lução de um sector –o do Patri­mónio Oral- que está em pro­cesso de declaração de Patrimó­nio Mundial.

2002-ANO DAS NAÇÕES UNI-DAS PARA O PATRIMÓNIO CULTURAL - A 21 de Novem-bro de 2001, a Assembleia Geral das N.U. proclamou o ano 2002 como o Ano das N.U. para o Património Cultural.

REGIÃO VITÍCOLA DO ALTO-DOURO PROCLAMA-DA PATRIMÓNIO MUNDIAL - O Comité do Património Mundial da Unesco, reunido em Helsín­quia aprovou, a 14 de Dezembro de 2001, a inscrição de 31 novos sítios culturais e naturais na Lista do Património Mundial –que agora atinge o total de 721 sítios, em 124 países. A par do Alto-Douro, juntaram-se à Lista, entre outros, a arte rupestre de Tsodilo (Botswana), as aldeias de New Lanark e Saltaire (Reino Unido), Samarcanda (Uzbequis­tão), e os centros históricos de Viena (Áustria) e Goiás (Brasil).

PRÉMIO UNESCO DA EDU-CAÇÃO PARA A PAZ - O Dir.Geral da Unesco, Koïchiro Matsuura, manifestou a sua preocupação face ao agrava­mento da situação no MédioOri­ente, na cerimónia, realizada a 13 de Dez.2001, de entrega do Prémio Unesco da Educação para a Paz-2001, aos dois laure­ados: o bispo ugandês Nelson Onono-Onweng e o Centro ju­deu-árabe pela paz de Givat Ha­viva (Israel).

 

FORUNS A REALIZAR 
(Dá-se indicação de Encontros dentro da área de interesses dos membros da Rede. É desejável que os aderentes se mobilizem para participar.)

EUROPEAN SOCIAL SCIENCE HISTORY CONFERENCE
-The Hague (Holanda), de 27/II a 2/III-2002. Informações: Karin Hofmeester (
kho@iisg.nl). ESSHC 2002, c/o International Institute of Social History, Cruquisweg 31, 1019 AT Amsterdam, The Netherlands, Tel.-+31-2066-858-66. http://www.iisg.nl/esshc. Integrado na Conferência decorre o Encontro da “Oral and Life Stories Network”, sobre: «Cultural Change and Hybridity»

L’ÉCRITURE ET SON APPRENTISSAGE - Questions pour la Didactique, apports de la Didactique-Colóquio organi­zado pelo Institut National de Recherche Pédagogique, de 21 a 23 de Março de 2002, em Paris. Pretende-se fazer um ponto da situação da pesquisa actual so­bre o ensino e a aprendizagem da escrita, nos ensinos básico e secundário, bem como sobre a escrita da criança e do adoles­cente.
colloque.ecriture.2002@inrp.fr
 

http://www.inrp.fr/rencontres/colloques/0102/ecr_appr/accueil.html

IV CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO - Realiza-se entre 2 e 5 de Abril de 2002 em Porto Alegre (Rio Grande do Sul, Brasil), subordinado ao tema «O oral, o escrito e o digital na História da Educação». Contactos e informações em: E-mail: 4lusobras@vortex.ufrgs.br 
Site:http://www.ufrgs.br/4lusobra/home1.html

CONGRESO INTERNACIONAL EDUCACIÓN Y DIVERSIDAD - Na sequência da 10ª Conferência Científica LatinoAmericana de Educa­ción Especial. Realizada em Junho de 2001, em Havana (Cuba), vai realizar-se na mesma cidade um Congresso Internacional sobre «Educa­ção e Diversidade», entre 1 e 5 de Julho de 2002, tendo como objectivos traçar pers­pectivas para uma Educação para Todos, atendendo espe­cialmente às Populações com Necessidades Educativas Es­peciais, e tendo em vista a Qualidade na Educação. As 4 Áreas Temáticas são as de: Pedagogia da Diversidade e Educação Especial –aspectos conceptuais e metodológicos; A Formação de Formadores; Família e Comunidade como garantia de êxito da Educa­ção para a Diversidade; Tec­nologia e diversificação edu­cativa. Informações: ice@ceniai.inf.cu 

24º ISCHE CONGRESS - Em Paris, de 10 a 13 de Julho 2002, realiza-se a reunião anual da International Standing Conference for the History of education, na Sorbonne e no Liceu Louis-le-Grand, organizado pelo Serviço de História da Educação do INRP, e centrado na abordagem do Ensino Secundário -História institucional, cultural e social, com 4 secções: História política, institucional e administrativa, A comunidade escolar como objecto de estudo,Os professores e Modelos, Vias de Formação e Programas.Ische24@inrp.fr  http://www.inrp.fr/she/ische24

XII CONGRESSO INTERNACIONAL DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA ORAL-A realizar em Pietermaritzburg-Natal (África do Sul), de 24 a 27 de Julho de 2002, com o tema: «O Poder da História Oral: Memória, Conservação e Desenvolvimento»:
http://www.hs.unp.ac.za/ioha2002 ou www.bcn.es/tjussana/ioha/boletin_in3.htm ou www.ioha.fgv.br

ICOM-CC–CONSERVATION-13th Triennial meeting- Rio de Janeiro (Brasil)- 22-28 Setembro 2002- Contacto: ICOM-CC Secretariat, Isabelle Verger, c/o ICCROM, 13 Via di San Michele, I-00153 Rome, Italy. Tel. (39 06) 58 553 410. Fax (39 06) 58 553 349. Email:icom-cc@iccrom.org  http://www.icom-cc.org

CECA-EDUCATION & CULTURAL ACTION - Annual ICOM – CECA Conference. Nairobi Museum. Tema: «Museum Education as a Product: Who is buying?»- Nairobi (Quénia)- 29 Setembro a 4 Outubro de 2002-Explorar-se-á a concepção e o desenvolvimento de programas e materiais  Educativos e Culturais. Quem os usa e de que modos? Questões éticas emergentes... Contacto: Elizabeth Ouma ou Frederick Karanja Mirara, ICOM/CECA 2002 Organising Committee, National Museums of Kenya, P.O. Box 40658, Nairobi, Kenya. Tel. (254) 02 74 28 78, 74 21 31/4, 44 89 30/33. Fax (245) 02 74 14 24. Email: nmkeduc@museums.or.ke

WFFM-WORLD FEDERATION OF FRIENDS OF MUSEUMS-XI Congresso-Buenos Aires (Argentina)-7 a 11 de Outubro de 2002-Actividades de Pré-congresso: 4 a 6 de Outubro. Incluem visitas a museus de BA, um tour da cidade e uma visita a uma "estancia" típica. Estágio Pós-congresso: 12 a 17 de Outubro. Contacto: Organizing Committee of the XI WFFM Congress, Av. Figueroa Alcorta 2280, (1425) Buenos Aires, Argentina. Tel. (54 11) 4803 4062, 4804 9290. Fax (54 11) 4806 5885-asamuba@lvd.com.ar

 

CONTACTOS ÚTEIS

 

VISITE SITES “SURPRESA”:

http://www.classics.ox.ac.uk/apgrd-site da Univ. de Oxford com o «Archive of Perfomances of Greek and Roman Drama», apresenta uma base de dados com cerca de 5 mil documentos que divulgam o teatro clássico nas suas representações desde o Renascimento.

http://www.mda.org.uk/info23l.htm-Publicação on line da Museums Documentation Association.

http://www.jpl.nasa.gov/videos/mars/flash/journeytomars.html-site da Nasa com informação e imagens sobre o planeta Marte.

 

INVESTIGAÇÕES EM CURSO:

à A 5 de Fevereiro reuniu o GT da Memória Oral da RIHMIE (que coincide com o GT-«Banco de Imagens das Escolas e Infâncias d’Outrora»), na ESE de Santarém. Estiveram presentes representantes dos núcleos de Alcanena, de Alpiarça, do Cartaxo, do Proj. Museológico/Santarém, e de Riachos/T.Novas, que integram o GT. Para além da troca de informações, foi aprovado um Plano de Trabalho, que inclui a tarefa de construir um kit de iniciação à exploração didáctica da Memória Oral, a ser realizado e testado em escolas do 1º ciclo do E.B. (2ª fase) do distrito de Santarém (no âmbito da parceria existente entre a ESES e o Depart. do Ensino Básico do M.E.).

PROJECTOS & PUBLICAÇÕES:

à Clube do Património Local e Escolar/Núcleo Museológico-Esc.Sec.de Alcanena - Integrada na semana das actividades da Escola, a decorrer na primeira quinzena de Maio, prepara-se uma Exposição temporária para apresentação dos materiais recolhidos na Escola: recursos pedagógicos, manuais escolares antigos e equipamentos escolares. Iniciou-se a incorporação, para o Centro de Documentação do Proj., dos livros de Actas (turma, conselhos disciplinares e de grupo), dos processos individuais dos alunos e uma amostragem de livros de ponto por anos.

àPROJ.MUSEOLÓGICO SOBRE EDUC. E INFÂNCIA:
-Vai iniciar-se, até final deste mês de Março, na ESE de Santarém o Curso de «Iniciação à História Oral», a funcionar à distância, via Internet; e está a verificar-se a mudança da Sala-Museu «Escolas e Infâncias d’Outrora» para novas instalações, mais amplas, dando-se início a um Programa de Animação de História ao Vivo («Vamos passar meio-dia/no Museu da Escola Antiga...»).

 

DOCUMENTOS DE TRABALHO, APROVADOS NA REUNIÃO DE 5-II-02,
 DA COMISSÃO COORDENADORA DA RIHMIE, 
EM SANTARÉM

DOCUMENTO DE REFLEXÃO PARA APOIO AO DEBATE INTERNO 
àQUE CAMINHOS PARA A MUSEOLOGIA DA INFÂNCIA E DA
EDUCAÇÃO (M.I.E.) EM PORTUGAL?

1-A situação existente-Em face do crescimento exponencial ocorrido nos últimos anos, na nossa área de intervenção, e em resultado da articulação de 21 núcleos (projectos e museus) em torno da RIHMIE, é urgente reflectirmos sobre questões candentes da M.I.E. Para mais, o impasse na institucionalização do Instituto Histórico da Educação –que, ainda que se tratasse de uma iniciativa oficial, portanto, exterior à Rede, tudo apontava poder vir a desempenhar um importante papel na área- deve chamar a atenção para o desinteresse dominante ao nível do Estado, o que nos força a pensarmo-nos como área de intervenção e a gizar alternativas.

2-Problemas actuais-Pode-se dizer que, enquanto Rede, vivemos uma crise de crescimento no momento actual:

a)       optando inicialmente por uma não institucionalização precoce da Rede e ainda que não consolidados para além de Encontros e contactos informais, já se avançou para uma maior formalização do intercâmbio, com a aprovação, em Dezembro passado, em Riachos, de um «Plano de Intercâmbio e de Cooperação» -plano de que ainda é preciso ver até que ponto vai mesmo ser posto em prática.

b)       Os contactos internacionais entretanto estabelecidos, levam a perspectivar, por um lado, uma internacionalização efectiva da RIHMIE (com a adesão de núcleos pelo menos do Brasil) e, por outro, uma futura Rede Ibérica, o que coloca problemas organizativos que ainda não temos condições para defrontar. Mas estas são questões a ter em conta em futuras discussões.

c)       Por outro lado, a diversidade de situações organizativas dos núcleos da RIHMIE (desde dificuldades práticas de sobrevivência, até aos estatutos público/privado, passando por entidades já sedimentadas ou projectos em curso de devir incerto, centrados em recolhas de Memória Oral e/ou de objectos do património educativo e da infância, para além de núcleos mais centrados, alternativa ou complementarmente, na investigação ou na preservação), dentro da sua rica heterogeneidade, pode ser um factor que cria dificuldades de articulação e/ou de institucionalização. 

Assim ficam resumidas algumas das questões que “atormentam” o futuro do nosso caminho comum, a que, chegados os momentos, saberemos encarar como desafios a serem vencidos.

 3-Exemplos comparativos - Para nos “iluminar” o caminho, pode servir-nos de algum consolo o percurso de outros. Para tanto, vejamos o caso nacional francês, de uma tradição centralista (modelo, aliás, para outras situações nacionais, como as do Chile ou da Eslovénia): na sequência da Exposição Universal de Paris, de 1878, o Museu Pedagógico nacional foi criado, a partir dos espólios dos 28 países participantes, em 1879, por Jules Ferry, juntamente com a Biblioteca Central do Ensino Primário, com a missão de reunirem “colecções diversas de material escolar, documentos históricos e estatísticos, e manuais escolares provenientes de França e do estrangeiro”. Em 1932 foram unificados e rebaptizados como Centro Nacional de Documentação Pedagógica, que foi instalado na Rua de Ulm, em Paris. Em 1976, com a criação do Institut National de Recherche Pédagogique (INRP), o Museu integrou a nova estrutura que estava dotada de duas componentes: uma dimensão de investigação pedagógica, e outra, histórica e museográfica. A grandeza patrimonial da Biblioteca e do Museu ditou a sua transferência para Rouen e a sua transformação, em 1980, em Museu Nacional da Educação (MNE), estrutura integrada no INRP. Este serve de centro de pesquisa universitária e museográfica para exploração dos fundos do MNE. Convém aqui pormenorizar os Departamentos de Pesquisa (cada um com dezenas de linhas de investigação) do INRP: Serviço de História da Educação, Dep. De Filosofia da Educação e da Pedagogia, Dep. De Didáctica das Disciplinas, Dep. De Novas Tecnologias e Educação e Dep. De Políticas, Práticas e Actores da Educação. O MNE é um dos 5 Museus Nacionais dependentes do Ministério da Educação. O MNE conta com um Centro de Recursos, em Mont-Saint-Aignan, onde acolhe pesquisadores e documentalistas e onde produz instrumentos de trabalho, catálogos críticos, bases de dados especializadas, etc. Possui ainda um Centro de Exposições (a Maison des Quatre Fils Aymon, em Rouen). As colecções do MNE atingem cerca de meio milhão de espécimes, repartidas por: Pinturas e Imagens-de-Cordel (desde o séc.XVI-30 mil esp.), Fototeca (mais de 200 mil esp.), Trabalhos de Alunos (cadernos, trabalhos, exames, desde o séc.XVII –10 mil esp.), Autógrafos (desde o séc.XVII –2 mil esp.), Manuais Escolares (desde o séc.XVII –65 mil esp.), Literatura Infanto-Juvenil (desde o séc.XVII –6 mil esp.), Biblioteca (relativa à Educação –3 mil esp.), Jogos e Brinquedos (mais de 3 mil esp.), Fundo Freinet (40 mil esp., incluindo 22 mil jornais escolares), Material Pedagógico (quadros parietais –2.500 esp.-, globos, instrumentos científicos, etc., num total de 10 mil esp.), Fundo Ozouf (com os inquéritos realizados a professores do ensino primário que iniciaram a sua carreira antes de 1914 –5 mil esp.) e Mobiliário Escolar (secretárias, carteiras, Armários, relógios, desde o séc. XIX –3 mil esp.). O MNE mantém ainda as seguintes actividades científicas: Plano de Salvaguarda das Colecções, Inventário Informatizado das Colecções, Projecto MNEmosyne (equipa dirigida por Ives Gaulupeau –do INRP-, com 40 mil referências), Catálogo Crítico do Fundo de Literatura Infanto-Juvenil do MNE (dirigido por Michel Manson –da Univ. de Rouen), Avaliação dos Fundos Escolares Antigos Existentes nas Escolas, Catálogo Informatizado da Iconografia Didáctica de História (1789-1969), Catálogo dos Objectos do «Musée Aubois d’Histoire de l’Éducation» (dirigido por Guy Baron –da Univ. de Reims). A imensidão de recursos, de instituições e de investigadores deste modelo centralista, não deve fazer esquecer a existência de dezenas de pequenos museus escolares disseminados pelo país, os quais recorrem ao apoio especializado do MNE.

4-Que Caminhos para a MIE? - Vivemos em Portugal uma pluralidade fragmentada de iniciativas na área da MIE, o que levanta –entre outros- um problema de escala, até para não se dispersarem energias. Esbocemos o problema prévio escolhido: deve em cada edifício escolar antigo ou em cada localidade haver um Museu da Infância e da Educação, ou, ao contrário, devem-se concentrar os recursos em pólos mais centrais, ou num pólo “nacional”? A esta questão só se pode responder defendendo que, se um núcleo museológico for significativo para a comunidade em que está inserido, ele deve aí permanecer e ser reforçado; mas isso não deve impedir intercâmbio de esforços, no sentido de consolidar pólos de maior centralidade, regional ou temática (em modalidades a aprofundar).
Dada a inexistência de um Museu Nacional nesta área em Portugal (papel que poderia ter sido assumido pela antiga e defunta «Biblioteca-Museu do Ensino Primário» de Lisboa, ou ter sido parcialmente garantido pelo malogrado Instituto Histórico da Educação –o qual poderia ter assumido uma função semelhante à do Serviço de História da Educação do INRP francês), e dada ainda a impossibilidade material e ética de um só núcleo museológico –ou mesmo agrupamento de núcleos- se poder arrogar do título e das funções de Museu Nacional de Educação, que perspectivas se podem então traçar para o reforço da MIE em Portugal? Superando o sentimento de “orfandade”, pela inexistência de um MNE, e fazendo forças das fraquezas daí decorrentes, as alternativas são:

a)       As da continuação do trabalho autónomo de cada núcleo,

b)       as da consolidação da cooperação (como o indicia a aprovação do PIC-Plano de Intercâmbio e Cooperação no Encontro de Riachos, e a constituição dos Grupos de Trabalho de Investigação sobre «Banco de Imagens das Escolas e Infâncias d’Outrora» e «Memórias Orais da Infância e da Educação», e dos GT propostos sobre «Património das Escolas do Ensino Técnico» e «Levantamento das Escolas Doadas ao Estado»); e finalmente,

c)       as do avanço para uma eventual institucionalização associativa da Rede (e de que tipo –federal ou aberta/invividual, e de que âmbito supra-nacional?) ou, mais longinquamente ainda, para a criação de um instituto integrado que articule componentes públicas e privadas...

Só com o aprofundamento dessas linhas se poderão vir, no futuro, a clarificar novas alternativas. Mas a par do trabalho no terreno é necessário dar impulso, por um lado, à necessidade de captação de outras iniciativas e instituições museais existentes na área (e à participação activa das já aderentes) e, por outro, a uma política de visibilidade, através da divulgação das actividades desenvolvidas (com a publicação de artigos ou dossiers em revistas de História) e da defesa de propostas para a área, quer junto da comunicação social, quer das entidades públicas e privadas (com uma pormenorização, por exemplo de Recomendações sobre o Património Escolar para as Autarquias). 
De qualquer dos modos, para além de nos congratularmos com os sintomas de “dores de crescimento” –o que é positivo- a Rede e a sua coordenação deverão assumir uma divulgação e intervenção públicas mais activa, ganhando apoios para o desenvolvimento da área.

 

DELIBERAÇÃO DA CC

Na sequência da reflexão contida no documento anterior, e face à abertura de novas perspectivas de intervenção, uma das quais parece tornar-se premente devido aos contactos internacionais estabelecidos, é deliberada a constituição de uma Comissão que elabore um documento estratégico que estude a situação interna e internacional e apresente propostas organizativas para o futuro. Essa Comissão será constituída por uma CC alargada, integrando os membros da CC e mais alguns elementos convidados, para diversificar os contributos, e deverá formalizar as suas propostas num documento a aprovar em nova reunião, a realizar nos meados de Março, em Santarém.

 

 

RIHMIE-REDE DE INVESTIGADORES EM

HISTÓRIA E MUSEOLOGIA DA INFÂNCIA E EDUCAÇÃO

FICHA DE ADESÃO INDIVIDUAL

Nome:________________________________________________________________________

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Trabalho que realiza em história/museologia da infância e educação:

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Trabalhos que pensa vir a realizar nesta área:

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MUSEOLOGIA DA INFÂNCIA E DA EDUCAÇÃO - UM GIRO PELO MUNDO:
(Apresenta-se apenas uma amostra de diferentes tipos de iniciativas que traduzem a riqueza e as diversas abordagens da Museologia da Infância e da Educação. Esta listagem já está disponivel on-line no site do Proj. Museológico (ESES). É possível que alguns endereços estejam alterados ou temporariamente inacessíveis.)

Benaki Museum (Grécia), Childhood Years and Toy Department-Departamento inaugurado em 1995, com a colecçăo reunida por Maria Argyriadis. Comprende mais de 30 mil jogos e brinquedos europeus dos séculos XVIII, XIX e XX, jogos e brinquedos gregos para rapazes e raparigas desde a Antiguidade até meados do siglo XX, assim como jogos e brinquedos provenientes dos Estados Unidos, da África e do Oriente. Abrange objectos artesanais e industriais. A colecçăo inclui livros e jornais infantis, objectos da vida quotidiana das diferentes fases da infância e adolescęncia, e igualmente vestuário das várias regiőes habitadas por Gregos. Possui ainda um arquivo de tradiçőes populares. http://bora.startext.de/cgi-
eutexit/hidaweb.pl?THE=e%3A%5Ceutexit%5Cdata%5Cidx&KBPICTYP=jpg&LIST_TPL=EUTEXIT_LI
ST.TPL&DATEN=e%3A%5Ceutexit%5Cdata%5Ceutexit&VER=WIN_NT&DOK_TPL=MUSPRES_sp.T
PL&DEF=e%3A%5Ceutexit%5Cdata%5Ceutexit&i999=doll&N_999=0&PICDIR=bild%2F&PIC=014&R
_999=%3D&FCT=g&KEY=mus%20a0000004

Fun Ho! Toy museum (Inglewood, Taranaki, Nova Zelândia)-A história dos brinquedos «Fun Ho!» começou numa cave de Wellington nos meados dos anos 30, quando Jack Underwood começou a criação dos seus primeiros brinquedos. Alguns anos depois a fábrica Underwood estabeleceu-se em Inglewood na costa oeste da Iha do Norte da New Zealand, chegando a ocupar 200 trabalhadores. Os primeiros brinquedos foram fabricados em chumbo (1935-1945) e dedicavam uma particular atenção aos pormenores –incluindo figuras de jogadores, soldados, toureiros, etc. Depois vieram os brinquedos de alumínio, em escala maior –veículos automóveis que podiam ser conduzidos pelas crianças. A concorrência dos brinquedos importados de baixo preço, em plástico, levou ao fecho da fábrica, em 1987. Em 1990, reunida uma colecção completa dos seus produtos, foi inaugurado o Fun Ho! National Toy Museum. Novas instalações foram abertas em 1999, num museu remodelado, após a compra da colecção pelo «Inglewood Development Trust», com o apoio financeiro do «Taranaki Electricity Trust».Réplicas dos brinquedos Fun Ho! Originais são ainda manufacturadas e vendidas. http://www.funho.com/

JOGOS TRADICIONAIS-Site português, especialmente sobre jogos de Tabuleiro. http://www.angelfire.com/ab/jogos/jogos_tradicionais.html

JOGOS TRADICIONAIS-Site português, especialmente sobre jogos populares tradicionais, com "fichas" dedicadas à caracterização de Material, Terreno, Nº de Participantes, Objectivo e Desenvolvimento. http://www.minerva.uevora.pt/aproximar/VCavalos/tra98_99/jtradic/indice.htm

LABORATÓRIO DE BRINQUEDOS E MATERIAIS PEDAGÓGICOS (LABRIMP-da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo-Brasil)-O Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos foi criado em 1985, com o objectivo de estudar o brinquedo e o material pedagógico. Contém um Inventário de Jogos e Brincadeiras Tradicionais, feito a partir do Acervo do Laboratório. http://www.fe.usp.br/laboratorios/labrimp/labrimp1.htm

Musée du Jouet de Moirans-en-Montagne (França)-O Museu do Brinquedo foi inaugurado em Junho de 1989, por iniciativa dos industriais e artesãos do brinquedo do Jura e do Município de Moirans-en-Montagne. Primeiro associativo, o museu é municipal desde 1997, e é gerido pela Direcção dos Museus de França. A implantação do museu na pequena cidade de Moirans explica-se pela antiga tradição local trabalho da madeira e de fabrico de objectos de uso quotidiano e de brinquedos. Entre 1950 e 1960, a maioria das empresas fabricantes de brinquedos da zona do Jura reconverteram-se à produção de brinquedos de plástico: metade dos brinquedos franceses é fabricado no Arco do Jura. Possui um serviço de documentação com mais de 500 obras e cerca de 3.000 catálogos e revistas. A parte principal da exposição permanente apresenta uma colecção original de 2 mil brinquedos dos séculos XIX e XX (repartida por dois andares). Cada vitrina indica o papel social que adquire a criança quando joga (o automobilista, a enfermeira, o músico, o construtor, o cientista, etc.) e os desafios económicos mundiais da actualidade. Mostrar que o brinquedo reflecte a sociedade que o produz e o utiliza, é a aposta deste museu etnológico. Possui ainda um espaço técnico de exposição permanente, relatando a história das técnicas de fabrico dos brinquedos, desde as suas origens até às últimas inovações. Descobrimos a vida dos camponeses-torneiros, que aperfeiçoaram os gestos técnicos ao longo das generações, os quais souberam adaptar-se ao mercado com a transição da madeira ao plástico. Vários vídeos mostram estes homens, filmados no seu local de trabalho, explicando as dificuldades da sua profissão, a precisão do seu trabalho e a sua paixão pelo brinquedo. Inclui ainda um Cine-Teatro onde se exibem vários espectáculos: Um teatro de marionetas -"O Bosque dos Mil Duendes"; e um filme sobre a exposição temporária. 5,rue du Murgin-39260 Moirans-en-Montagne, France -Fax  (00 33) (0)3 84 42 38 97
info@musee-du-jouet.com
www.musee-du-jouet.com

Museu da Educação e do Brinquedo (MEB)-Criado a 20 de agosto de 1999, nas dependências da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, está focalizado em  brinquedos e brincadeiras da infância. Funciona em articulação com o LABRIMP. No espólio avulta o acervo relativo ao primeiro jardim de infância público  paulista, criado em 1896 e que, nos anos 20 a 40 desenvolvia actividades pedagógicas provenientes de princípios da Escola Nova. Actualmente o MEB possui um grande número de materiais: 555  brinquedos antigos das décadas de 10 a 90 (bonecos, carrinhos, acessórios para cozinha, jogos, casinhas de bonecas, brinquedos musicais, electrónicos, trens e etc.), brinquedos artesanais (128);  livros infantis  e didácticos (98);  acervo de jogos tradicionais do Brasil e de outros países (cerca de 3.000),  material pedagógico (200) e acervo fotográfico das primeiras pré-escolas paulistas (200). Entretanto, preservar a memória da educação e do brincar dos tempos passados, seus objectos culturais é tarefa contínua. http://www.fe.usp.br/laboratorios/labrimp/meb.htm

Spielzeugmuseum, Nürnberg (Alemanha)-Museu do Brinquedo criado em 1971, no coração da zona das fábricas de brinquedos de Nuremberga e de Fürth no período da revolução industrial, a partir da colecção particular de Lydia Bayer. Dispõe de quatro pisos que albergam brinquedos de madeira, casas e cozinhas de bonecas, jogos, livros infantis, jogos ópticos, automóveis, comboios, máquinas a vapor, brinquedos posteriores a 1945, e a Feira Internacional do Brinquedo. Inclui área para actividades lúdicas para os visitantes 
infantis.

spielzeugmuseum@stadt.nuernberg.de

www.nuernberg.de/kultur/kultur/museen/spielzeugmuseum/index.htm

THE CAMELOT PROJECT-Concebido para tornar acessível, em formato electrónico, uma base de dados dos textos, imagens, bibliografias, e informação básica do ciclo Arturiano. O projecto, iniciado em 1995, é patrocinado pela Universidade de Rochester, e desenvolvido na The Robbins Library, um ramo da Biblioteca Rush Rhees. O Camelot Project foi concebido por Alan Lupack, Director da Robbins Library, e por Barbara Tepa Lupack. Mais de duas dezenas de colaboradores prepararam os textos e as imagens incluídos na base de dados. O Menu Principal lista as personagens, os simbolos e os sites Arturianos. Nem todos os sub-menus estão completos. Para informações, contactar Alan Lupack (alupack@rcl.lib.rochester.edu). A Universidade de Groningen criou um site paralelo para facilitar o acesso aos utentes Europeus, em http://www.ub.rug.nl/ozsmed/camelot.html.
Acesso geral:
http://www.lib.rochester.edu/camelot/cphome.stm

The Children's Literature Web Guide (Univ. de Calgary-Canadá)-É um site que tenta inventariar e categorizar os sites Internet relacionados com a Literatura Infanto-Juvenil, organizado por David K. Brown, bibliotecário na Faculdade de Educação. The Children's Literature Web Guide http://www.acs.ucalgary.ca/~dkbrown/
 
http://www.acs.ucalgary.ca/~dkbrown/index.html

The Herschell Carrousel Factory Museum-A «Allan Herschell Company», fundada em 1915 em North Tonawanda, New York, foi a quarta de uma série de empresas locais especializadas na construção de carrosséis, montanhas-russas e outros dispositivos para parques de diversões. O fundador já participara, em 1873, na primeira fábrica do sector: a «Armitage Herschell Company». A Herschell produziu mais de 3.000 carrosséis de Madeira feitos à mão. Os seus produtos foram exportados para todo o mundo. Manteve a laboração até aos anos 50, quando foi transferida para a cidade de Buffalo, até que no início dos anos 70 foi comprada por uma rival -a Chance Manufacturing de Wichita, Kansas. Dos 148 carrosséis antigos de madeira ainda existentes no E.U.A. e Canadá, 71 foram produzidos pela Herschell. A antiga fábrica foi musealizada in situ, com as suas oficinas, e mereceu a sua inscrição na Lista do Património Histórico dos E.U.A., com a seguinte menção: «A Allan Herschell Carrousel Factory adquire importância por ser um dos dois complexos manufactureiros sobsistentes ligados à produção de carrosséis nos fins do séc.XIX e inícios do sécXX. http://www.carrouselmuseum.org/

The Little Red Riding Hood Project (University of Southern Mississippi-E.U.A.)- Este projecto universitário de Michael N. Salda, de Arquivo de textos e imagens, inclui 16 versões em inglês da história do «Capuchinho Vermelho», representativas dos séc.s XVII a XX. É possível visionar texts and images ou images only. As transcrições tentam reproduzir com fiabilidade os textos, mesmo erros tipográficos evidentes. Os textos podem ser lidos horizontalmente (isto é, uma versão de cada vez, na ordem dos episódios) ou verticalmente (num modo comparativo, de um episódio de cada vez em todas as versões. São pedidas opiniões e sugestões para Michael.Salda@usm.edu
http://www-dept.usm.edu/~engdept/lrrh/lrrhhome.htm

The Official Marx Toy Museum Website-Museu virtual de objectos da fábrica Marx. Inclui um «Vintage 1950's Room» com ambiente de restaurante "à moda antiga", uma jukebox, uma máquina original fornecedora de Coca Cola, etc, e uma «Rua principal de cidade do Oeste», para além de imagens de colecções de Comboios, Transportes, Construções e Estações de Serviço, e de um vídeo sobre os brinquedos Marx e a sua história. http://www.marxtoymuseum.com/

The Pediatric History Center, Elk Grove Village, Illinois, USA)-Localizado na Bakwin Library da «American Academy of Pediatrics», recolhe livros, artigos, manuscritos, fotografias, audio e video gravações, filmes, artefactos, arquivos institucionais, histórias orais e outros materiais relativos à história da pediatria nos E.U.A. e no Canadá e à história da própria Academia. Através do seu «Oral History Program», o Centro realiza entrevistas com pediatras e outros actors activos nos cuidados de saúde infantis, preservando as gravações e as transcrições. history@aap.org http://www.aap.org/research/history.htm

The Skaro Toy Museum-Museu on line sobre personagens de séries de ficção científica, como a do «Dr. Who». http://www.skaro.org

Toy Collection LEGOLAND, Billund (Dinamarca)-Aberto em 1968, já recebeu 30 milhões de visitantes. O Parque LEGOLAND conta a história das peças de construção da LEGO. Inclui o Palácio de TITANIA, construído no séc. XIX, que levou 15 anos a erguer reproduzindo 18 divisões e mais de 3.000 objectos em miniatura. danmark@LEGOLAND.dk
 
www.LEGOLAND.dk

Victorian Dolls-Site sobre bonecas da época vitoriana.
http://www.victoriana.com/christmas/dolls.html

 

PEDIDO PERMANENTE
DE INFORMAÇÕES:

Solicita-se aos núcleos e investigadores aderentes que enviem, até dia 31-XII-01, os dados relativos à sua actividade, a fim de serem incluídos na próxima FOLHA, para: Projecto Museológico, Escola Superior de Educação de Santarém-Complexo Andaluz-Apartado 279-2002 Santarém Codex, ou luisvidigal@mail.telepac.pt . Está em organização o site da RIHMIE  com Links para os sites dos núcleos aderentes que deles disponham. 

 

 

FICHA TÉCNICA:

Redacção: Luis Vidigal; Mancha Gráfica:+Composição+ Edição On Line: Helena Mascarenhas; Reprodução (Papel): ESES; Tiragem (Papel): 150 exemplares. Nº1-Outubro 2001.

 

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